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Vocação Diplomática

Sendo uma ciência (isto é, passível de conhecimento objetivo), a diplomacia é sobretudo uma arte, ou seja, um saber fazer que exige criatividade e talento. A experiência é indispensável para formar um bom diplomata, cujo aprendizado é permanente. O Curso de Formação do Instituto Rio Branco leva em conta essas premissas.

Aqueles que ingressam na carreira diplomática provêm de áreas do saber cada vez mais diversificadas. Essa diversidade é benéfica para o Serviço Exterior Brasileiro, dada a amplitude da agenda diplomática atual. Com efeito, por sua natureza essencialmente política, a profissão
diplomática não comporta uma formação específica. Todos os ramos do saber interessam ao agente diplomático para que possa tratar, com competência, dos problemas nacionais e melhor defender os interesses da sociedade brasileira. Seguem exemplos de contribuições de diferentes formações acadêmicas para a diplomacia.

Ciências Humanas e Sociais

Disciplinas como Sociologia, Ciência Política, Relações Internacionais e História, guardadas suas especificidades temáticas e metodológicas, contribuem – de forma mais ou menos direta – para a formação do diplomata, dada a própria natureza do “fazer diplomático”, que envolve prática e teoria. Para bem decidir é preciso saber analisar e discernir. É óbvio, assim, que o estudo das ciências humanas, de modo geral, é indispensável ao bom exercício da diplomacia, que lida com interesses, mas também com o indivíduo, no singular e no plural. Além do conhecimento da realidade internacional (em sua atualidade e em sua dinâmica), o diplomata não pode dispensar uma sólida formação humanística, com toda a complexidade inerente a essa matéria, em suas múltiplas manifestações, inclusive artísticas e estéticas. Na área da cultura – para usarmos um exemplo – a diplomacia brasileira tem um papel importante a desempenhar para a projeção da imagem do Brasil no exterior. A formação acadêmica em humanidades constitui instrumento relevante para que o diplomata – entre outras atribuições – esteja habilitado a participar da negociação de tratados bilaterais de cooperação cultural; atuar em organismos multilaterais como a UNESCO; promover a língua portuguesa no mundo; colaborar com a discussão de temas educacionais e, principalmente, atuar em prol da divulgação de música,
literatura, artes visuais, teatro e cinema brasileiros.

Direito

O patrono da diplomacia brasileira fez dos estudos aprofundados de Direito Internacional importante instrumento para a consolidação dos nossos limites territoriais. Esses estão consolidados, mas o diplomata vocacionado para a área jurídica continuará a encontrar no Itamaraty amplo espaço para expandir suas potencialidades. Poderá participar ativamente da negociação dos tratados bilaterais e multilaterais. Terá atuação decisiva na defesa dos direitos e interesses do Brasil. Nos foros internacionais, patrocinará as causas do Brasil nos sistemas de solução de controvérsias, tais como o da Organização Mundial do Comércio e o do Mercosul, entre outros. Nas delegações junto aos organismos internacionais, poderá contribuir para o progresso do Direito Internacional Público, acompanhando as negociações de convenções em todas as áreas, com destaque para aquelas que visam a promoção dos direitos humanos, do direito internacional humanitário, do direito do comércio internacional, do direito da integração, etc. Nas missões diplomáticas e repartições consulares, o diplomata tem função relevante na assistência a brasileiros no exterior, garantindo-lhes a proteção necessária quando vítimas de denegação de justiça.

Economia

Se sua formação é preponderantemente econômica, Você estará habilitado a lidar com os complexos interesses envolvidos no tratamento de temas econômico-financeiros sob a responsabilidade do Itamaraty. De forma mais específica, os diplomatas que atuam nessa área colaboram na formulação de diretrizes de política exterior em temas como agricultura e produtos de base, acesso a mercados, defesa comercial e salvaguardas, serviços, investimentos e fluxos internacionais de capital, etc. Na defesa dos interesses nacionais, a diplomacia brasileira
participa ativamente em negociações econômico-comerciais e no sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em todas essas atividades, conhecimentos sólidos de economia constituem instrumento da maior relevância.

Ciências Exatas e Biológicas

O diplomata com gosto pelas ciências exatas tem hoje um leque crescente para a aplicação de seus conhecimentos na área externa, a começar pela esfera da cooperação científica e tecnológica, que incorpora a cada dia novos setores, como, por exemplo, as energias renováveis. Paralelamente, muitos são os temas da agenda internacional que – para seu adequado tratamento político – passaram a requerer especialização científica e mesmo experiência técnica. Assuntos tradicionais (como desarmamento, energia nuclear, atividades espaciais) adquiriram maior complexidade. Além disso, nas últimas décadas, ganharam relevo, principalmente nos foros multilaterais, temas como meio-ambiente, biotecnologia, saúde, tecnologia da informação, entre outros. A essa problemática vieram se acrescentar, mais recentemente, questões de vital importância para a humanidade, como é o caso – apenas para exemplificar – da disseminação de pandemias, como a HIV/AIDS, desafio diante do qual o Governo brasileiro adotou política de vanguarda e, para tanto, contou com a decisiva atuação de nossa diplomacia nos foros multilaterais. É o caso também das iniciativas brasileiras com vistas à “Ação Internacional contra a Fome e a Pobreza”.

Administração

Se você tem experiência na área de administração, sua contribuição ao Ministério das Relações Exteriores – seja na Secretaria de Estado, seja nos Postos no Exterior – poderá ser de especial valia em campos como os de gestão de pessoal, patrimônio, orçamento e licitações. Em
razão da própria natureza de sua atividade, o Itamaraty tem características específicas na área administrativa, pois deve velar pelos bens (móveis e imóveis) da União no exterior, assim como movimentar, também no exterior, considerável volume de recursos.


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